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Situada na Lajeosa do Dão a Anta da Arquinha da Moira  é um exemplar da cultura megalítica classificado como Imóvel de Interesse Público desde 2002. Com seis mil anos de história é, pela sua importância e representatividade, considerado Património Universal. Este túmulo funerário é sempre alvo de grande interesse para investigadores nacionais e internacionais. 

Na última visita, dia 7 deste mês, o Dr. Luís Filipe Gomes , Sócio–gerente da Arqueohoje, trouxe até nós dois professores catedráticos da Universidade de Alcalà de Henares – Madrid. A Drª  Primitiva Bueno Ramirez, Professora de Pré-história, e o Professor Emérito Rodrigo de Balbín Behrmann. Realçaram o bom estado de conservação do monumento bem como da limpeza cuidada da sua envolvência. No seu interior mostraram-se maravilhados, com as pinturas existentes tanto na sua forma como na revelação da sua técnica, com o registo visível das camadas de preparação da pedra e pastas pigmentadas, destacando a incontestável importância deste monumento. “Mui precioso” foi, com certeza, a frase mais ouvida durante toda a visita.
Apesar da passagem dos seis milénios, este soberbo monumento, testemunho de mensagens espirituais, preserva ainda hoje a imagem, o volume, a majestade e o misticismo de outrora.
No seguimento da visita dirigiram-se ao Museu Terras de Besteiros para conhecer o vasto espólio exumado da Anta e mais um pouco destas Terras de Besteiros.
A visita a este monumento megalítico é uma viagem que nos leva a um tempo longínquo, no qual compreendemos como era importante para as populações do neolítico a religião e a crença na vida após a morte.
A Anta da Arquinha da Moira é uma joia especial e única do património concelhio.

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Museu Terras de Besteiros
Solar de Santa Ana

Rua Dr. Simões de Carvalho, 3460-588 Tondela
Tel. 232 811 125 | email: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

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 O Museu do Caramulo vai inaugurar no próximo Sábado, dia 10 de Junho, pelas 17h00, a exposição temporária de arte contemporânea “Black Box – Museu Imaginário”, com direcção de João Louro.

A exposição conta com obras de Fernanda Fragateiro, João Queiroz, José Pedro Croft, Julião Sarmento, Miguel Ângelo Rocha e Rui Chafes e apresenta 8 obras contemporâneas das áreas da pintura, escultura, mobiliário e instalação, inseridas nas salas de arte do Museu do Caramulo, em confronto com o acervo permanente do museu. 

“Black Box – Museu Imaginário” é a primeira de um ciclo de 6 exposições a ter lugar no Museu do Caramulo nos próximos 6 anos sendo, cada uma delas, dirigida por um artista. Segundo Tiago Patrício Gouveia, Director do Museu do Caramulo, “esta exposição apresenta um conceito diferente, que permitirá ao público criar dinâmicas que possibilitem novas leituras das obras existentes e das novas obras expostas. É também a primeira vez que o Museu do Caramulo convida um artista para fazer a curadoria de uma exposição e a abrir este ciclo, convidámos o artista João Louro, representante de Portugal na Bienal de Veneza, que conseguiu reunir cinco dos maiores artistas contemporâneos nacionais, o que vai criar logo à partida muita antecipação por parte do público.” 

Esta exposição tem o apoio do Banco BPI, da Câmara Municipal de Tondela, da EDC – Associação de Eventos do Caramulo e do Jornal dos Clássicos. 

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Sobre a exposição 

"Black Box - Museu imaginário" é o número 0 de um ciclo de 6 exposições a ter lugar no Museu do Caramulo nos próximos 6 anos. Cada uma delas será dirigida por um artista, cabendo-me a mim a abertura do ciclo. 

O formato, não sendo inédito, é aqui recuperado com o objectivo de exponenciar as ressonâncias da arte contemporânea, através da comunicação directa com o acervo do Museu, em si variadíssimo, em género e em estilo. 

A este registo de tempo, nas suas várias camadas sobrepostas, acresce a vontade, da actual administração, de continuar o trabalho iniciado, enquadrando-o numa política cultural estruturada e em consonância com a intenção original dos seus fundadores. Manter público o acervo, criar dinâmicas que possibilitem novas leituras, quer das obras existentes, quer das novas obras que se irão expor, trazer públicos diversificados e valorizar, assim, o Museu. 

A intenção que subjaz neste primeiro episódio, e que servirá de mote para os que se seguem, é a de abrir espaço de pensamento, num discurso de acção/reacção, gerado pela inclusão de obras de artistas contemporâneos nas diversas salas do Museu. Haverá portanto dois momentos de interesse: o da obra propriamente dita, com todo o seu leque de sentidos e ainda, o do confronto desta com a envolvente, ampliando, nesse ricochete, o seu potencial de significação. 

Black Box será a definição genérica do ciclo de exposições e, ao contrário da ideia de "white cube", aponta para a noção de local repleto, que não se preenche a partir do nada, sendo em si mesmo conteúdo. 

O nome escolhido alude também à noção de “caixa negra”, o equipamento usado nos aviões comerciais como instrumento de registo. Um instrumento com o qual se poderá estabelecer um paralelismo, uma vez que a caixa negra reúne toda a informação, mantendo-a em segurança, mesmo nas condições mais adversas.

É essa também a função de um museu. Um equipamento de memória que contém o Tempo, cumprindo uma função essencial para a manutenção da vida. Não há futuro sem memória nem cultura. 

Nesta primeira exposição decidi, como matriz do projecto, reunir alguns artistas que gostaria de ver confrontados na presença do acervo do Museu. Explorar essa reverberação entre as obras do acervo e as obras de artistas convidados, colocadas no espaço. Segundo este princípio, pareceu-me mais importante seguir a pista de um conflito entre a razão e a paixão do que a assertividade lógica da curadoria. Prefiro o laboratório, na tentativa e erro, à certeza de um resultado. Por isso, estas escolhas são sobretudo "afinidades electivas", e respondem mais pela experiência da confrontação, do que pela certeza curatorial. Aliás, não sendo a Arte uma ciência, muito menos exacta, esse eco entre obras, clássicas e contemporâneas, numa alteração da leitura expectável, deve provocar o espectador e acrescentar sentido ao próprio Museu. 

É, pois, esse mosaico de interacções que me interessa. Não são as obras individualmente com o seu poder de significação intrínseco, mas a narrativa produzida pelo contacto com o acervo do Museu. 

Abre-se uma janela de estranheza e amplifica-se assim o sentido, quer das obras que aí existem, quer das obras dos artistas convidados e, por fim, do próprio Museu. A lógica é conscientemente incompleta e experimental, com consequências imprevistas. 

Artistas convidados: José Pedro Croft, Julião Sarmento, Fernanda Fragateiro, Miguel Ângelo Rocha, Rui Chafes e João Queiroz. 

João Louro 

exp


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Sobre o Museu do Caramulo

Com mais de 60 anos de existência e visitado por mais de um milhão e meio de pessoas, o Museu do Caramulo alberga no seu espólio uma colecção de arte, uma colecção de automóveis, motos e bicicletas e uma colecção de brinquedos antigos. O Museu do Caramulo produz ainda, de forma regular, exposições temáticas e temporárias, e organiza vários eventos como o Salão Motorclássico, o Caramulo Motorfestival, o Espírito do Caramulo, a Noite dos Museus ou o Rider. Mais informação em www.museu-caramulo.net. 

Mais informação em | www.museu-caramulo.net

Museu do Caramulo – Fundação Abel e João de Lacerda

Tel.: 232 861 270 |   Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

 

 O Museu do Caramulo recebeu, na sua exposição de automóveis, o Reynard 903 de Michael Schumacher, gentilmente cedido pela Fundação Casa da Macau. 

Em 1990, Michael Schumacher ganhou o Grande Prémio de Macau de Fórmula 3 ao volante do Reynard 903, após uma renhida competição com Mika Häkkinen. Na 30ª e última volta da competição, Schumacher vence, após Häkkinen tentar ultrapassar e embater na traseira do Reynard de Schumacher, que terminou a corrida e se sagrou campeão de um dos mais míticos percursos do grande prémio. 

O Reynard 903 é considerado um dos mais conhecidos modelos da Fórmula 3 e estará em exposição, no Museu do Caramulo, durante os próximos meses. 

Sobre o Reynard 903 

Fundada em 1973, por Adrian Reynard, a Reynard Motorsport foi uma das maiores construtoras de automóveis de corrida, tendo alcançado grandes sucessos na Fórmula Ford 1600, Fórmula Ford 2000, Fórmula 3, Fórmula Atlantic, Fórmula 3000 e Fórmula Ford Indy. 

Após vencer a Fórmula 3000 em 1989, com o modelo 893, Reynard decide criar o modelo 903, que mantinha as especificações do modelo anterior, com melhorias ao nível da aerodinâmica. Não era, no entanto, fácil de conduzir nem muitas vezes rápido, o que levou a que, passado pouco tempo, os pilotos optassem pelo rival Ralt RT34. 

Com a vitória no Grande Prémio de Macau da Fórmula 3, em 1990, pelas mãos de Michael Schumacher, o Reynard 903 fica na história como protagonista de um dos momentos mais marcantes da história do automobilismo, ao disputar com Mika Häkkinen a liderança da prova na última volta. 

Ficha Técnica: 
1990 | 200 hp | 4 cil | 2000 c.c. | 6 vel. | 550 kg | 275 km/h

Para mais informações contactar: 

Museu do Caramulo | Tel. +351 232 861 270 | Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar  

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Sobre o Museu do Caramulo 

Com mais de 60 anos de existência e visitado por mais de um milhão e meio de pessoas, o Museu do Caramulo alberga no seu espólio uma colecção de arte, uma colecção de automóveis, motos e bicicletas e uma colecção de brinquedos antigos. O Museu do Caramulo produz ainda, de forma regular, exposições temáticas e temporárias, e organiza vários eventos como o Salão Motorclássico, o Caramulo Motorfestival, o Espírito do Caramulo, a Noite dos Museus ou o Rider.

Mais informação em www.museu-caramulo.net

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As actividades de Natureza são cada vez mais procuradas no concelho de Tondela, assim como o pedestrianismo, que se enquadra no perfil de quem procura conhecer mais da região que visita, nomeadamente a sua cultura e tradições.

Reunindo as necessárias condições para a sua prática, com percursos pedestres que dão a conhecer as potencialidades do património natural e cultural do Concelho, o município aposta igualmente na divulgação do seu artesanato e da sua gastronomia.

A Câmara Municipal, as Juntas e Uniões de Freguesia, assim como o Movimento Associativo local, unem esforços para nos seus territórios apresentarem as seguintes datas para os percursos pedestres deste ano:

Rota dos Moinhos - 23 de Abril (Domingo)

Rota das Cruzes – 7 de Maio (Domingo)

Rota do Linho – 14 de Maio (Domingo)

Rota de Santiago - 28 de Maio (Domingo)

Rota dos Laranjais – 11 de Junho (Domingo)

Rota dos Caleiros – 18 de Junho (Domingo)

Pela primeira vez, apresenta um percurso de longo fôlego, um cruzamento de rotas existentes na serra do Caramulo, a Rota do Grande Caramulo, para os mais afoitos e resistentes e que se realizará no dia 3 de Setembro (Domingo).

Contactos para informações:
ROTA DOS MOINHOS
União de Freguesias de Caparrosa e Silvares / Associação Cultural e Recreativa de Souto Bom
Tel. 964 112 825 –965 145 483

ROTA DO LINHO, ROTA DOS LARANJAIS
Junta de Freguesia de Castelões
Tel. 962 486 088 – 967 870 787

ROTA DAS CRUZES, ROTA DOS CALEIROS
Junta de Freguesia do Guardão
Tel. 961 949 978 – 965 056 682 – 961 949 918

ROTA DE SANTIAGO
Junta de Freguesia de Santiago
Tel. 964 874 905 - 925 493 752 - 966 763 892

ROTA DO GRANDE CARAMULO
Juntas de Freguesia de Castelões e Guardão
Tel. 962 486 088 - 961 949 978

pp

 

Uma das poucas praias de altitude em Portugal.

Localizada em plena Serra do Caramulo, esta praia goza da tranquilidade de um ambiente serrano, com uma natureza quase intacta e um imenso colorido de água e vegetação. A praia de S. João do Monte convida ao relaxamento perfeito.

 

Acessos

GPS: 40º35’.47.03” N / 8º14’12.26” W

EN230 (Serra do Caramulo) Concelho de Tondela

 

Mais informações

Praia Acessível

Parque de merendas, parque de estacionamento, instalações sanitárias, duches, bar de praia, restaurante

 

Actividades

Canoagem, BTT, desportos aventura, pesca, observação fauna e flora

 

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Publicado em apoio

Percursos Pedestres

Percursos Pedestres

  A criação de Percursos Pedestres aparece inserida num projecto de âmbito mais alargado, focalizado no desenvolvimento rural do concelho, o Plano de Desenvolvimento Rural do Caramulo, que conta com a parceria da ADERETON, ADICES, DRAPC e Município de Tondela.   As actividades de Natureza são cada vez... Ler Mais...

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Hotel do Caramulo, a partir de 55.00€

Hotel Severino José, a partir de 40.00€

O Portal da Região do Caramulo é um instrumento de promoção do Turismo e negócios da Região, desenvolvido por entidades públicas e privadas, movidas pela mesma paixão e vontade de fazer crescer a região.

 

Conheça as entidades promotoras do Portal:

O Consórcio Caramulo

 

 

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O Portal da Região Caramulo disponibiliza-lhe as seguintes vantagens:

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